Datos Personales del Autor

Nombres y Apellidos: Carlos Pedro Cláver Yoba

Fecha de Nacimiento: 09 de septiembre de 1956

Ciudadanía: Angolana

Estado Civil: Casado

Categoría Docente: Profesor Asociado

E: mail: caryoba@yahoo.com

Título Universitario: Licenciado en Educación

Especialidad: Psicología

Institución: Instituto Superior de Ciencias de la Educación de Lubango (1986)

Centro de Trabajo Instituto Superior de Ciencias de la Educación de Cabinda

Cargo Actual Profesor de Orientación Escolar y Profesional y de Ética y Deontología Profesional

Título Académico Master en Educación Instituto Superior Pedagógico “Enrique José Varona” de La Habana-Cuba (1998)

ESTUDIOS REALIZADOS

•  1995-1998 - Maestría en Educación-Mención orientación Profesional.
•  1981 - 1986 -Licenciatura en Educación: especialidad-Psicología

 

“Homossexualismo. Implicações Psico-Sociais ”

As referências sobre a sexualidade que se manifestam no nosso quotidiano apresentam uma tendência, quiçá involuntária, dirigida fundamentalmente às doenças sexualmente transmissíveis, ou seja à prática sexual desmedida, sem no entanto passar uma vista de olhos a sua identidade e educação como processos.

Aqui, é possível que nos debrucemos sobre as atitudes das pessoas perante uma determinada situação sexual, ou simplesmente falar do papel sexual. Içami Tiba (1997:23) aborda esta situação defendendo que o “papel de género masculino e feminino, ou simplesmente sexual, é o de homem e de mulher com características sociopsicobiológicas” . Referenciando ainda Içami Tiba, constatamos que o papel sexual masculino existe em função do contrapapel sexual feminino, ou na sua óptica ambos se complementam.

Na realidade, abordar este assunto verificamos uma permanente implicância dos aspectos que separados se resumem em social, psicológico, afectivo e biológico.

A intervenção dos elementos social, psicológico e afectivo, que se consubstanciam no meio familiar, escolar e religioso, permitem uma aquisição voluntária ou mesmo involuntária da criança de uma determinada cultura sexual, claramente sustentada pelas leis ontogénicas, por um lado, e por outro lado, pelas normas, regras, orientações e princípios existentes numa determinada sociedade (heterossexual ou homossexual).

Neste sentido, e de acordo com o crescimento da criança, verifica-se a maximização “da cultura sexual já existente e impulsiona a novas aquisições, desta feita com participação bastante activa dos púberes” Içami Tiba ( p. 24).

No tocante à parte biológica, verificamos inevitavelmente que esta está vinculada às leis filogenéticas de maturação do sujeito em franco crescimento. Esta parte, configura a ferramenta biológica e hereditária da humanidade, que sexualmente possuí características bem predeterminadas. “A maturidade sexual biológica propicia a capacidade de ter relações sexuais satisfatórias e de gerar filhos” , segundo pensamento de Içami Tiba ( p.24) com o qual corroboramos.

Durante o processo de educação sexual, intervêm várias componentes que podem exercer uma maior ou menor influência sobre o sujeito, atendendo como é óbvio, a dimensão de cada componente. Estes elementos intervenientes consubstanciam-se na família, sociedade ou comunidade e escola.

Vejamos como se comportam estes elementos dentro desse complexo processo:

•  A Família- esta componente é de extrema importância se tivermos em conta que ela constituí a base da sociedade e a partir dela se pode dar início a todo um processo de formação da personalidade de um determinado sujeito. É no seio familiar que estabelecemos uma convivência mais salutar e estrita capaz de permitir um tratamento dos assuntos possivelmente de forma aberta. Contudo, devemos reconhecer que nem todas as famílias são capazes de orientar de forma adequada todo esse processo educativo, proporcionar um espaço de reflexão, apresentando naturalmente muitas limitações, ou ainda estarmos perante adolescentes e jovens sem familiares mais próximos.

A família, apesar de ser o núcleo da sociedade, é possuidora de uma experiência empírica, expontânea, não direccionada cientificamente tão pouco fundamentada.

•  A sociedade ou comunidade - é uma componente importante, embora reconheçamos todos os inconvenientes que a caracterizam quanto a abordagem responsável deste tipo de assunto, tais como a falta de classificação e organização coerente das informações que expede, a falta de dosificação dos conteúdos que “ministra” de acordo com as idades, com o nível de escolaridade, de experiência pessoal, de conhecimentos, etc.

•  A escola- passa em nosso entender a ser a componente mais importante, sem no entanto subalternizar as outras, neste complexo processo de educação sexual. Este ponto de vista se sustenta no nível cognoscitivo alcançado por esta instituição, na experiência acumulada, na organização do conteúdo, na utilização de uma metodologia cada vez mais moderna para a transmissão dos conhecimentos, no domínio atempado dos novos dados sobre o assunto, na dosificação do conteúdo, na capacidade de avaliação e controlo e na possibilidade de correcção das possíveis distorções, verificadas.

Apesar de reconhecermos a limitação deste espaço para a abordagem de um tema tão complexo e polémico, importa ressaltar que na actualidade esta classificação tem conquistado apreço dos diferentes teóricos nas mais variadas vertentes da Psicologia.

 

HOMOSSEXUALIDADE. OPÇÃO OU DESVIO.

Todas as componentes enumeradas, em nosso entender, devem favorecer a que as crianças, os adolescentes e os jovens se identifiquem realmente com o seu sexo, o que lhes permitiria uma inserção mais adequada na sociedade em que se encontram. É já bastante controversa no mundo contemporâneo a questão da identidade sexual, pelo que tem merecido todas as análises possíveis assim como assunção de posições naturalmente divergentes.

Em nosso entender, esta é uma questão polémica e tem dividido as opiniões tanto dos especialistas como de qualquer leigo na matéria e até mesmo de famílias completas. O posicionamento individual assumido sobre este assunto, é portador de uma postura com uma elevada carga emocional, sociológica ou mesmo psicológica, capaz de determinar a compreensão do fenómeno e oferecer a liberdade de análise e compreensão a outras sensibilidades.

Tal como fizemos referência, na sociedade contemporânea é já usual verificar-se o exercício de uma “função sexual” não correspondente ao género sexual do sujeito, ou simplesmente, a homossexualidade. Isto é consequência de uma certa permissidade desta postura em determinadas sociedades, sustentadas em muitas vezes por modernismos ou simplesmente a assimilação de culturas alheias.

Definição de conceitos

Pensamos ser pertinente apresentar aqui alguns conceitos que de uma ou de outra maneira podem ser imprescindíveis para a compreensão do assunto que estamos a tratar.

Entende-se por identidade sexual quando o sujeito assume um papel sexual concomitante ao seu género sexual (masculino/feminino); reconhecimento de características essenciais e distintivas que definem um determinado sexo;

Contudo, algumas sociedades têm vindo a conceder e aceitar um comportamento vinculado ao homossexualismo, defendendo os sujeitos que o praticam em como estariam realmente identificados sexualmente.

Entretanto uma questão poderia colocar-se. Identificados com o seu sexo real ou identificados com a prática sexual que levam a cabo?

Homossexualismo - prática de actos homossexuais; prática sexual entre dois sujeitos do mesmo sexo, quer dizer a manutenção de actos sexuais entre homens ou entre mulheres (Dicionário da Língua Portuguesa 2003-p. 894).

Homossexualidade- atracção sexual entre indivíduos do mesmo sexo; comportamentos homossexuais (Ibid)

Hermafrodita– ser vivo que apresenta caracteres dos dois sexos, produzindo-se no mesmo indivíduo os elementos reprodutores de cada um dos sexos; trata-se do sujeito com a sobreposição dos dois sexos, ou seja, possui simultaneamente os órgão genitais masculino e feminino (p. 872).

Neste caso, verifica-se que um dos conjuntos se desenvolve mais do que o outro tornando-se predominante ou simplesmente maximizado. Em países cujos avanços científicos e tecnológicos são notórios, em idade considerada adequada durante a infância ou mesmo na adolescência realiza-se uma intervenção cirúrgica para corrigir tal situação, sob consentimento dos país e à conselho de especialistas, conhecendo as vantagens e desvantagens.

Heterossexualidade consiste na atracção por membros do sexo oposto; estádio do desenvolvimento em que a atracção por membros do sexo oposto é atingida, James Chaplin, (1981:265).

Lesbianismo homossexualismo feminino; prática de actos sexuais entre mulheres, James Chaplin (1981:1010);

Homofobia- consiste no medo que um homossexual tem relativamente ao comportamento da sociedade ante a sua situação, e consequentemente assumir a sua postura. Também se teme o desaparecimento da espécie humana caso a “moda pega”;

Os conceitos supracitados permitem-nos traçar uma macrovisão do fenómeno da homossexualidade no mesmo tempo que assegura toda uma intervenção investigativa sobre o tema, podendo assim esmiuçar os seus contornos em momentos julgados pertinentes por diferentes estudiosos sobre a matéria.

Causas do homossexualismo:

Na sua abordagem sobre o homossexualismo, Içami Tiba (1997) faz uma referência clara de como é geralmente aplicado este termo. Segundo ele, os estudos sobre a sexualidade sustentam-se em conceitos para permitirem uma compreensão sobre o fenómeno.

É uma constatação que popular ou cientificamente se procura tipificar para fácil identificação dos homossexuais como “mulher-macho”, “mulher - viril”, “homem-vaginal”, “homem passivo” (estes últimos referem-se àqueles que são penetrados).

De acordo com algumas observações ou mesmo investigações realizadas sobre a homossexualidade, chega-se a conclusão ser fácil identificar os homossexuais e ser complexo identificar a sua real origem. Neste caso, cogita-se sobre alterações de fórum, familiar, psicológico, individual, influência do meio, ventando-se até a hipótese da existência de uma hormona (substâncias de elaboração das glândulas endócrinas) ainda não desvendada.

Contudo, é comum nas dissertações sobre o homossexualismo manifestarem uma concentração preferencial na origem congénita e/ou social, pelo que optamos em fazer referência destes mesmos aspectos.

Congénita - quando no decurso do processo de formação intra-uterina o sujeito vem desenvolvendo um sistema hormonal potencialmente masculino, tratando-se de uma menina, ou feminino tratando-se de um menino. Nestas circunstâncias, e porque o sistema hormonal possuí uma predominância no comportamento do sujeito, este de forma incondicional dirige-se para tal lado em correspondência com o que biologicamente está maximizado, em contraposição com o que sexualmente estaria predefinido de forma externa para si.

Social - quando o comportamento homossexual é adquirido no seio social onde o sujeito se encontra inserido, em consequência de um tratamento direccionado para um género sexual diferente ao real, por relações com indivíduos já portadores de tal comportamento, ou ainda por circunstâncias outras que levam a estadia do sujeito num aglomerado unissexual, por exemplo internatos masculinos ou femininos /quartéis/prisões, etc podendo nestes casos identificar um tipo de homossexualismo designado circunstancial, expontâneo, momentâneo ou ocasional.

Na abordagem de qualquer um destes intervenientes, devemos ressaltar o papel da família na facilidade que pode proporcionar no surgimento do comportamento homossexual nos filhos. A família joga um papel preponderante, pois é no seu seio que tem início todo um processo de formação e desenvolvimento da personalidade do sujeito em todas as suas facetas.

Depois de analisar todo um conjunto de conceitos, pensamos ser pertinente responder a questão colocada se o homossexualismo constituí um desvio ou uma opção.

Em nossa visão, as duas partes da pergunta que apresentamos podem ser positivas ou simplesmente afirmativas. Constituí um desvio sempre e quando a sua origem é fundamentalmente biológica como que sendo consequência de alteração funcional e hormonal durante o desenvolvimento intra-uterino. Isto é o sujeito em causa não tem responsabilidade sobre o fenómeno que ocorre consigo, pelo que terá que coabitar com ele.

O comportamento opcional surge a partir do momento em que o sujeito conhece e reconhece o seu real sexo, e como influência do meio em que se encontra inserido e assumindo um conhecimento concreto dos factos decorrentes de tal acto, opta por esta via de satisfação sexual.

Em função da realidade cultural de cada povo, pode ser aceite ou não o homossexualismo independentemente da sua origem ou estrato social a que pertence o sujeito em causa. Pois, para os que aceitam a prática do homossexualismo defendem que o mesmo configura as diferentes formas de satisfação e realização sexual, porquanto esta (satisfação) pode-se alcançar com o contacto directo dos órgão genitais, pelas vias anal e bocal, e até mesmo pela manipulação manual ou instrumental dos mesmos (masturbação).

É praticamente um ponto assente em muitas sociedades que o homossexualismo seja uma variante da identidade e satisfação sexual, defendendo consequentemente o tratamento destas pessoas nas mesmas condições e igualdade com os indivíduos não portadores deste comportamento, ou seja os heterossexuais.

Em países como Cuba, Holanda, Brasil, Portugal, Itália, Bélgica, Irlanda, Espanha, para citar alguns, já não constituí vexame pertencer a um determinado sexo e assumir-se ou identificar-se com outro sexo. Existem leis de protecção e permissão de actos ou mesmo de casamentos, até religiosos, entre indivíduos do mesmo sexo sem qualquer questionamento. É notória a controvérsia actualmente existente no seio da Igreja Católica, onde aparecem alguns responsáveis religiosos como acérrimos defensores do homossexualismo permitindo até a homologação religiosa de tais actos.

Outros responsáveis não se revêm neste fenómeno, colocando-se à margem. No mesmo pensamento de equidistante, por exemplo, se manifestou a juíza Isabel López Garcia-Nieto, afecto ao tribunal número dois de Colmenar Viejo de Madrid quando declarou “objecção de consciência”, recusando formalizar casamentos homossexuais. A referida juíza solicitou ao Tribunal Supremo de Justiça de Madrid, o afastamento de todos os processos que envolve o reconhecimento de casamentos entre homossexuais, em consequência daquilo que designou de “objecção de consciência”.

Esta atitude é consequência da aprovação em Junho/2005 da lei que permite o casamentos entre homossexuais, por até alegadamente questões eleitoralistas, por parte do Governo Socialista.

O reconhecimento do homossexualismo nestes e noutros países até permite a existência de actividades públicas entre pessoas pertencentes ao conclave homossexual. Realizam festas com todos os requintes organizativos, para comemorar qualquer efeméride ou mesmo para a recepção de novos membros no seu seio. Possuem praças específicas para os seus encontros, bordeis próprios, levando em suma uma vida social e sexual normal como qualquer heterossexual.

Outras realidades ou culturas, não permitem a relação em si e muito menos a possibilidade de acasalamento entre homossexuais, pois consideram estes actos como sendo idiondos e repugnantes. Em Angola, embora não exista uma disposição legal, já houve bodas entre homossexuais, o que se considerou de horripilante. Isto porque a sociedade não está preparada para tal situação, tendo em conta que a maioria da população angolana é religiosa, defendendo alguns princípios que não coabitam com o homossexualismo.

Sabemos que esta questão tem sido muito controversa nos últimos tempos, a ponto de dividir opiniões em função dos múltiplos interesses pessoais, sociais, económicos, políticos e religiosos, reinantes numa determinada sociedade. Discutir este assunto, é naturalmente analisá-lo com muitos governos do mundo, com candidatos à presidências (vertente política), com latifundiários (vertente económico-financeira), igrejas (vertente religiosa) .

Em virtude de prosseguirem muitos estudos, pensamos ser importante defender que para qualquer discussão sobre a sexualidade, em nosso entender, torna-se imprescindível discernir as visões referentes ao género sexual. Sempre que nasce uma criança é normal surgir uma exclamação “é uma menina” ou “é um menino”, segundo Robert e Fedman (2001:363) em concordância com a manifestação externa dos órgãos genitais de que é portador o recém nascido.

Esta é fundamentalmente a primeira visão dos observadores, atribuindo ao recém nascido uma “identidade sexual”, ou seja, como nos vêem os demais (a família, os amigos, os colegas, os vizinhos ou simplesmente a sociedade).

No entanto, concordamos inquestionavelmente que “o género é o sentimento de sentir-se homem ou mulher” (ibidem). Embora continua sendo discutível este posicionamento, o mesmo pode encontrar uma explicação de que o “sexo refere-se habitualmente a anatomia sexual, enquanto o género sexual refere-se à percepção de masculinidade ou feminidade relacionada com a pertença a um dos dois grupos numa dada sociedade” (Ibidem)

Contudo, esta defesa de Robert e Fidman não vem dissipar todas as contradições existentes sobre a matéria. Pois Isabel Nieto afirma que qualquer casamento entre homossexuais é “uma flagrante negação de dados antropológicos fundamentais e uma autêntica subversão dos princípios mais básicos da ordem social” (2005:3).

Como se pode entender, a grande preocupação está ligada às possibilidades de continuidade da espécie humana, o que se considera obliterado caso a moda venha a evoluir no mundo.

 

IMPLICAÇÕES PSICO-SOCIAIS

Como podemos descrever ao longo desta exposição, o pano de fundo do homossexualismo assenta na sua origem, por um lado, e por outro lado, a sua forma de assumir-se. Conhecidas as possíveis origens e analisando como a sociedade aceita ou rejeita esses indivíduos implicados nessa fenomenologia psicossociológica, podemos constatar naturalmente algumas atitudes como:

•  Menosprezo do sujeito pela família,

•  Rejeição familiar e social,

•  Marginalização profissional do sujeito,

•  Pressão na mudança de comportamento,

•  Depressão psicológica do sujeito,

•  Introversão do sujeito,

•  Comportamento suicida tanto de familiares como do sujeito em causa,

Toda a abordagem teórica que se faz sobre a educação sexual, merece em nosso entender, encontrar um espaço de concretização, no qual se devem conjugar os esforços de todas as componentes deste complexo processo. A Educação sexual deve garantir às novas gerações um conhecimento profícuo sobre a identidade sexual, género sexual, prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, o aborto, o amor, o respeito pelo sexo oposto, a relação conjugal, entre outros aspectos importantes, e tudo isso na base da comunicação.

O que recomendamos

Tendo um conhecimento científico sobre este fenómeno, e logo a sua detecção, deve-se empreender um esforço no sentido de corrigir de forma imediata, evitando obviamente as consequências nefastas que daí podem advir. Para tal é necessário:

•  Identificar o fenómeno atempadamente

•  Diagnosticar a origem real do fenómeno

•  Consultar um especialista para uma orientação pontual

•  Apoiar de forma indelével o sujeito nestas condições de modo a evitar comportamentos inadequados (isolamento, suicídio, auto-exclusão)

A guisa de conclusão podemos afirmar que o trabalho da educação sexual deve possuir a dosificação necessária respeitando sempre a idade e o sexo dos aspirantes, assim como os objectivos preconizados para o efeito. A perícia do adulto no tratamento desta questão, que consideramos de elevada complexidade, constituí uma premissa fundamental para a sua aprendizagem e compreensão por parte dos adolescentes e jovens.

A existência de um programa de educação sexual eficiente e um serviço de planificação sexual capaz de reduzir ao mínimo o desconhecimento por parte dos adolescentes e jovens sobre a matéria sexual, é uma pretensão que expressamos aos especialistas.

BIBLIOGRAFIA COMENTADA

  • Garcia-Nieto, Isabel López- Jornal de Angola, p. 3, 29 de Setembro de 2005
  • TIBA, Içami em Sexo e Adolescência, Editora Ética, Serie Princípios, 10 Edição, São Paulo, 1997, P.22-66;
  • Porto Editora, Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Portugal, 2003, p.872-1010;
  • LEJEUNE, Claude em A educação sexual na escola, Editorial Estampa,Lisboa, 1982
   

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Ultima Actualización: 11 de Septiembre del 2003
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